No próximo sábado (14), toda criança com menos de 5 anos deve ser vacinada contra a poliomielite, doença conhecida como paralisia infantil. A vacina, chamada Sabin, é aplicada em gotas.
“A vacina é a única forma de evitar essa doença”, ressalta Helena Sato, coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
A doença está erradicada do Brasil - o último caso foi registrado em 1989, na Paraíba. No Estado de São Paulo, o caso mais recente ocorreu em 1988, em Teodoro Sampaio (653 km de SP). Apesar disso, é preciso se proteger, porque quatro países ainda têm focos da doença: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.
Em 2007, foram registrados cerca de 1.300 casos de polimielite em todo o mundo. (mais…)
A ONU (Organização das Nações Unidas) realizou na segunda-feira (9) seu primeiro fórum global sobre a tuberculose e a Aids, para chamar a atenção para as quatro mil mortes causadas diariamente pela doença, cuja cura foi descoberta há mais de 50 anos, e que afeta em especial os portadores do vírus HIV.
A reunião, realizada às vésperas da sessão especial da Assembléia Geral sobre a Aids, teve como objetivo vincular essa epidemia com a da tuberculose, que é uma das principais causas de morte dos pacientes com um sistema fragilizado pelo vírus do HIV.
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As cirurgias de próstata e de endometriose realizadas desde o último mês de março em São Paulo com o auxílio do robô Da Vinci indicam a nova tendência que se afigura nos procedimentos minimamente invasivos.
O Da Vinci é a segunda geração robótica a entrar no país e poderá tornar mais seguras e simples operações complexas, principalmente as feitas por laparoscopia com pequenos orifícios no abdômen.
A primeira geração foi o braço cirúrgico Aesop, importado na década de 90, usado como auxiliar para movimentação da câmera laparoscópica.
O novo robô abre o leque de opções e possibilita operações à distância. Mas os preços superiores às cirurgias tradicionais e a escassez de médicos treinados na utilização dessas ferramentas no país ainda são dificuldades encontradas.
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O Instituto Butantan anunciou nesta segunda-feira (2) que deu início ao desenvolvimento da produção de uma vacina contra dengue. Segundo o presidente da fundação, Isaias Raw, a previsão é que em 2010 o Brasil já possua a vacina para ser utilizada na rede pública de saúde em crianças e em jovens.
Raw afirmou, em entrevista nesta tarde no auditório do Museu Biológico do instituto, na Zona Oeste de São Paulo, que em dois anos o instituto deve passar a produzir entre 20 milhões e 30 milhões de doses da vacina por ano. A expectativa é que a vacina seja barata. “Nossa intenção é vender a vacina barata para que o governo dê para todo mundo de graça”, disse. A vacina será preventiva e tetravalente, protegendo contra quatro tipos de vírus da dengue.
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Brasília - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, proclamou oficialmente o resultado do julgamento que liberou, sem restrições, a continuidade das pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil.
Por 6 votos a 5, os ministros da corte julgaram improcedente a ação direta de inconstitucionalidade contra o Artigo 5º da Lei de Biossegurança. A decisão mantém a esperança de cura para pacientes com doenças degenerativas ou portadores de deficiência, a partir do resultado dos estudos.
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Esse título foi a matéria de capa de um jornal baiano, ilustrando a realidade que vem sendo vivenciada cotidianamente nas instituições de ensino do país. A agressividade dos alunos no ambiente educacional é alarmante. Cito aqui alguns casos da educação superior resolvidos pelo poder judiciário. Cabe-nos indagar: o que fazer diante desse cenário?
Em Salvador/BA, o caso aconteceu no curso de administração, de uma determinada faculdade (não citaremos nomes, pois fugiríamos ao objeto do escrito). O aluno de 28 anos, em tese amadurecido, foi condenado a 80 dias de reclusão e ao pagamento de R$ 12.450,00 por ter agredido sua coordenadora, sendo tipificada sua conduta pelo TJ/BA como injúria.
Um outro caso, em Duque de Caxias/RJ, aconteceu com um discente de Direito de uma Universidade local. A agressão saiu caro para o estudante que foi condenado a pagar uma indenização de R$ 13.000,00 corrigidos monetariamente por ter chamado seu professor de “bobão” e “otário”. Por unanimidade, os desembargadores negaram provimento ao recurso do aluno ofensor, e mantiveram a sentença dada em 1ª instância.
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